Nos últimos dias, tenho presenciado cenas
que me deixam em um estado de profunda irritação. Algumas pessoas com as quais
infelizmente não posso debater pessoalmente, insistem em não colocarem os
lixos que produzem, no lugar correto. Há poucos dias, em frente ao Fórum de
nossa cidade, presenciei uma cena infame. Um distinto senhor, muito bem
apessoado, "limpou" seu carro para confortavelmente nele adentrar. Os
papéis amassados, plásticos e demais descartáveis foram imediatamente expulsos
do veículo, indo parar próximo à calçada do respeitado local. O homem logo se
foi, deixando sua ignorância por onde passou.
Como se não bastasse, certo dia,
descendo as escadas da sala onde curso Direito, me surpreendo
dividindo os degraus com os restos do que seria um encontro entre amigos.
Dentre aqueles que se reuniram, restou apenas uma garrafa pet quase vazia, alguns
copos descartáveis, embalagens e papéis amassados. (Isso mesmo, na escada!) Como se aqueles que se reuniram, estivessem descaradamente nos dizendo: Quero deixar meu lixo aqui. E daí?
Acredito que ações como estas dizem mais coisas sobre os indivíduos que as praticam do que qualquer falácia sobre o tema em questão. O que será que falta aos tais sujeitos?
Acredito que ações como estas dizem mais coisas sobre os indivíduos que as praticam do que qualquer falácia sobre o tema em questão. O que será que falta aos tais sujeitos?
Educação, talvez. E não estou falando de educação de banco de escola. Mas, sim de educação famíliar, cidadã.
ResponderExcluirConcordo Rosangela Vaz. E a educação familiar da qual falamos, é aquela relacionada a preceitos morais, onde a importância dada a convivência coletiva é ensinada no lar.
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